Zarabatana divulga lançamentos para o restante do ano

Outubro e Novembro estão cheio de novidades na Zarabatana

lanca-zarabatana

Outubro:

O jogo das andorinhas – Morrer, partir, retornar (formato 16 x 23 cm, 192 páginas), de Zeina Abirached – Quando Zeina nasceu, a Guerra Civil Libanesa já durava seis anos e fazia parte do cotidiano para ela, seus pais e seu irmão menor. A cidade de Beirute estava cortada ao meio por muros de tijolos e sacos de areia, ameaçada por bombas e franco-atiradores. Beirute Oriental pertencia aos cristãos e Beirute Ocidental aos muçulmanos.

Quando os pais de Zeina não retornam de uma visita ao outro lado da cidade e os bombardeios ficam mais intensos, os vizinhos criam um mundo para Zeina e seu irmão em seu apartamento, onde podem compartilhar lições de culinária, brincadeiras e fofocas. Juntos tentam sobreviver a uma noite dramática no local em que acreditam que sempre estarão seguros e protegidos. Zeina Abirached reuniu em O Jogo das Andorinhas suas lembranças da infância em Beirute, em uma história sobre a determinação e a força da família e da comunidade.

A ameaça do Barão Macaco (formato 17 x 26 cm, 72 páginas), por Hector Lima, Milton Sobreiro e Felipe Sobreiro – Na metrópole, a “vida loka” do crime compensa, como sabem Massa e Zen, os traficantes mais violentos da região. Mas algumas operações começam a dar errado: dinheiro some e pessoas-chaves aparecem mortas. A estrutura fica abalada e a desconfiança se instala.

Uma facção ataca a outra e delegados, como Fonseca, estão sempre um passo atrás. Correm boatos sobre uma figura misteriosa com cara de macaco nos locais dos crimes. Será verdade ou lenda? É o que a jornalista Renata quer investigar, sem saber que está se metendo em um fogo cruzado.

Mute (formato 21 x 21 cm, 88 páginas), por Marco Oliveira – O livro renova duas vertentes muito tradicionais do desenho de humor e das histórias em quadrinhos: o humor nonsense e os quadrinhos sem palavras. Com suas HQs, o autor mergulha o leitor em um mundo estranho que desafia a lógica e as leis da física. A falta de comunicação entre as pessoas também é uma constante nas micro-histórias que preenchem as páginas do livro.

lanca-zarabatana2

Novembro:

Spam (formato 16 x 23 cm, 80 páginas), por Cynthia B., Samanta Flôor, Camila Torrano, Germana Viana e Cátia Ana – Você já deve ter recebido mensagens dos amigos Marcelo, Antônio, Marcos ou das amigas Paula, Rebeca, Renata oferecendo oportunidades incríveis, ofertas imperdíveis ou um desempenho miraculoso. Sim, são os e-mails que chegam diariamente, tomando nosso tempo e imaginação, enchendo a caixa de spam e a paciência.

Cinco quadrinhistas foram convidadas para desenvolver o tema em histórias em quadrinhos. Elas irão preencher a imaginação e tempo do leitor com histórias divertidas, inspiradoras ou fantásticas.

Os quadrinistas (formato 16 x 23 cm, 160 páginas), por Télio Navega – O perfil dos mais importantes nomes dos quadrinhos nacionais da atualidade, revelando informações muitas vezes desconhecidas pelo público. Os autores que fazem parte desta primeira seleção mostram a qualidade e vitalidade da produção nacional de HQs: José Aguiar, Danilo Beyruth, Vitor & Lu Cafaggi, Renato Canini, Marcelo & Magno Costa, Cynthia B., Marcelo D’Salete, André Diniz, Gustavo Duarte, Luiz Gê, Eloar Guazzelli, Adão Iturrusgarai, Laerte, Marcelo Lelis, Marcatti, Mário César, Mauricio de Sousa, Fábio Moon & Gabriel Bá, Lourenço Mutarelli, Marcello Quintanilha, Rafael Coutinho, Shiko, Allan Sieber, André Toral e Fabio Zimbres.

Englobando três gerações de autores, desde Renato Canini (o único falecido) e Mauricio de Sousa até os jovens irmãos Vitor e Lu Cafaggi, os nomes perfilados no livro comprovam a evolução do mercado brasileiro de quadrinhos (com vários atuando e publicando também na Argentina, Europa e Estados Unidos), com histórias que informam, emocionam e divertem os leitores deste início de século.

Mute (mudo) se refere às HQs mudas, mas também aos problemas do mundo de hoje: relacionamento humano artificial, falta de liberdade e privacidade, dificuldade em se encaixar na sociedade.

Dupin (formato 19 x 28 cm, 208 páginas), por Leandro Melite – O ano é 2008 e a crise econômica estende suas asas podres sobre a Europa. Após a morte de seu pai, o sombrio jovem Gustave Chevalier deixa Portugal para morar com a família materna no Brasil. Dotado de um olhar crítico aguçado e um discurso apocalíptico, Gustave rapidamente se liga ao solitário e inseguro primo Eduard, compartilhando com este seu fascínio por super-heróis, brinquedos e histórias em quadrinhos.

Ao se depararem com a notícia de um inexplicável assassinato, a quixotesca dupla se rende a um faz de conta no qual desvendar um mistério, se tornar um herói e conhecer a si mesmo fazem parte de uma única e inevitável ação: um salto na escuridão em direção a um monstro.

Dupin é uma livre adaptação de Os Assassinatos da Rua Morgue, obra do escritor norte-americano Edgar Allan Poe (1809-1849). Este conto, publicado originalmente em 1841, inaugura o arquétipo do detetive intelectual nomeado por Poe como C. Auguste Dupin e posteriormente tomado como modelo para o imortal Sherlock Holmes, de Arthur Conan Doyle.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


+ um = 9