Turma da Mônica 50 anos: Parte 5

Conheça os pais dos principais personagens em Turma da Mônica Jovem e a Turma da Mônica Baby

Conheça os pais dos principais personagens em Turma da Mônica Jovem

Dona Luisa

Dona Luisa

Dona Luísa

Mãe de Mônica. Foi uma dos Heróis do Imperador e ficou presa numa Katana, na 1ª edição. Ela foi libertada na 4ª edição, mas esqueceu de tudo, assim como os outros Heróis do Imperador. Magali sempre a confunde chamando-a de Dona Coisa. Na 5ª edição ela dá conselhos a Mônica que ficou magoada por causa do Cebola, e explica a Magali, Mônica, Denise e Cascuda, as onze coisas que as garotas mais amam. Já na 6ª edição, ela aparece no começo, recebendo as mensagens da filha Mônica, que já estava numa nave rumo à Estação Espacial Hoshi. Aparece também nas edições 9, 16, 18, 19, 26, 35 e na contra-capa da edição 20.

Seu Sousa

Seu Sousa

Seu Sousa

Pai de Mônica. Trabalha em uma empresa. Ficou traumatizado ao saber que Cascão agora toma banho. Na 6ª edição, acompanhou as mensagens da filha Mônica que já estava na nave rumo à Hoshi e desmaiou quando soube que a filha ia viajar numa dessas naves. Apareceu numa imaginação da Mônica, na 10ª edição, em que o pai ficaria surpreso ao saber que a filha tirou notas muito ruins. Aparece também nas edições 16, 18, 19, 35, 20 e na contra-capa da edição 20.Também Aparece Na Edição 35 Levando Mônica Para O Baile A Fantasia.É retratado no Maurício, apesar de controvérsias. Possivelmente é irmão ou primo mais novo do Seu Mauricio.

Seu Cebola

Seu Cebola

Seu Cebola

Pai de Cebolinha. Ainda continua com seus cinco fios de cabelos, apesar de seu filho Cebola ter mais, já que quando se torna jovem, seus cinco fios se tornam volumosos, formando uma cabeleira alternativa. Por esta razão, Cebola fica fazendo piadas sobre a situação do cabelo de seu pai não ter crescido. Foi um dos Heróis do Imperador que fica preso na Katana e é libertado pela Turma. Tem um carro que o chama de Popó, fato revelado na 5ª edição, e de placa TMJ 2010, como mostra na 20ª edição. Aparece nas edições 1, 3, 4, 5, 14, 20 e 26.

Dona Cebola

Dona Cebola

Dona Cebola

Mãe de Cebolinha. Até onde se sabe, é uma mãe muito cuidadosa com sua casa e preocupada com seu filho, o qual ela vê estudar pouco as matérias do colégio e se preocupa muito com o tempo que ele leva na internet e jogando no computador. Principalmente quando ele é delatado pela irmã, Maria Cebolinha. Aparece nas edições 1, 9, 13, 14, 20, 23 , 26 e 29.

Seu Antenor

Seu Antenor

Seu Antenor

Pai de Cascão. Fica raivoso quando seu filho Cascão demora no banheiro, já que agora Cascão toma banho com freqüência. Foi um dos Heróis do Imperador, ficou preso numa Katana e foi libertado não se lembrando de mais nada. Muito desastrado, tropeçou duas vezes em formigas. Na 5ª edição, fez uma participação rápida na última parte da edição. Na 11ª edição, ficou cheio de orgulho por saber que o Cascão ajudou a ganhar a semifinal do Campeonato de Futebol. Mas achou ele meio louco, quando seu filho disse que viu um robô no telhado de sua casa. Aparece também na edição 26, ajudando os meninos a se arrumarem para o aniversário de Marina.

Dona Lurdes

Dona Lurdes

Dona Lurdes

Mãe de Cascão. Ainda nenhum detalhe foi confirmado sobre ela. Apareceu somente na 1ª edição, falando apenas uma palavra e na 12ª edição sem diálogos.

Dona Lili

Dona Lili

Dona Lili

Mãe de Magali. Apareceu na 1ª edição e revelou ser uma dos Quatro Heróis do Imperador. Também apareceu na 4ª edição, feliz de ver a filha de volta. Aparece na edição 18, sendo chamada de Dona Lili. Aparece também na edição 19, perplexa com a vitória da filha no concurso em busca da quinta estrela do grupo do momento: “As Star Stars”.

Seu Carlito

Seu Carlito

Seu Carlito

Pai de Magali. Apareceu na primeira edição, um pouco desacostumado com a nova alimentação da filha e na edição 19 perplexo com a vitoria da filha no concurso em busca da quinta estrela do grupo Star Stars.

Professor Falconi

Professor Falconi

Professor Falconi

Guardião dos Artefatos Místicos, também é dono do Museu do Limoeiro, onde Franja trabalha, sendo assim, seu gerente. Apareceu ainda somente na saga “4 dimensões mágicas”.

Professor Spada

Professor Spada

Professor Spada

Aparece na edição 3, só que com forma de Megaspam. Está na dimensão mágica de Tobor.

Professor Licurgo

Professor Licurgo

Professor Licurgo

Virou professor e continua sendo maluco, porém de uma forma mais controlada. Odeia quando o chamam de louco. Não gosta de celulares durante sua aula, principalmente quando é para passar cola. Mas apesar de ainda ter seus pequenos surtinhos de loucura, ele mostra ter grande conhecimento sobre uma espécie de monstros chamados Id (que segundo Sigmund Freud, o pai da psicanálise, são os componentes da nossa personalidade); que surgem durante a saga “Monstros do Id”. Esse conhecimento se deve ao fato de que o próprio Licurgo já teve que enfrentar esses monstros pessoais, talvez para curar sua loucura. Apesar de ser engraçado, o Professor Licurgo, por enquanto, permanece como um dos personagens mais misteriosos da história, isso porque ninguém sabe o que se passa ou já se passou na cabeça dele. Na saga “O Caderno do Riso”, ele se transforma no Detetive L, que se empenha em descobrir a verdadeira identidade do “Grande Palhaço”. Ninguém sabe ao certo qual matéria ele leciona. Nem mesmo os próprios alunos!

Poeira Negra

Poeira Negra

Poeira Negra

Continua o vilão cruel e desprezível que sempre foi, porém com rabo de cavalo, visual de mafioso e muito mais poderoso. Poeira Negra ainda quer dominar o mundo, e até substituiu os Seres do Esgoto por monstros de poeira, que ele invoca através de seus Ofudas. Desejoso de dominar o mundo, na 1ª edição, ele ressuscitou a malévola Yuka, rainha das 4 Dimensões Mágicas, com o intuito de usá-la como instrumento de dominação mundial, mas acabou dominado por ela e virou um mero lacaio em suas mãos. Logo na 2ª edição, num acesso de raiva, ele chegou a confundir seu próprio nome por Poeira Cósmica, além de ser transformado em um ursinho “superfofo” depois de uma discussão com Yuka. Na 3ª edição repetiu seu nome 4 vezes. Cascão ainda é seu fã, mas é contra a idéia deste de governar o mundo. Na 3ª edição ele teve uma quedinha pela Cabeleira Negra, mas esquece dela jogando video-game. Na 4ª edição é revelado que sua verdadeira intenção era absorver a força de Yuka e o fez após a enganar e a transformar em pedra na dimensão de Edom, utilizando o globo dela pra conseguir o poder e mais cabelo ainda. Mesmo assim, perde a batalha para a Turma, que combina, respectivamente, Cubo Fantástico, Cilindro de Netuno, Disco de Saturno e Jóia Genial, a pedido da Magali. Depois, diz que seu nome é Capitão Feio. Aparece na edição 10 num pequeno quadrinho dizendo que seu nome é Poeira Negra. Aparece na contra capa da edição 19.Ele também aparece rapidamente na edição 34,porem é derrotado pela Mônica e o Cebola(alem de um outro coelhinho que o Cebola dá para a Mônica).

Cabeleira Negra

Cabeleira Negra

Cabeleira Negra

Seu verdadeiro nome é revelado como Shirley. Ela surge quando Magali foi designada para achar o artefato amarelo, que estava com Cabeleira Negra, então as duas se encontram e se confrontam. O cabelo cresceu e sua cabeleira é fixa. Poeira Negra e Cebola ainda babam por ela, que na verdade tem uma queda pelo Comandante Astronauta. Está na prisão do Comandante Astronauta.

Lorde Coelhão

Lorde Coelhão

Lorde Coelhão

Apareceu somente na edição 3 controlando Kraker, um robô do mal. Ele agora está com uma forma oval e continua mal. Está na prisão do Comandante Astronauta.Apareceu também no Cebola Jovem, edição 1.

Comandante Astronauta

Comandante Astronauta

Comandante Astronauta

Astronauta (agora chamado de Comandante Astronauta) apareceu na edição 3 para prender Cabeleira Negra. Ele também levou Magali até Tobor e ajudou a vencer Kraker. Tem uma participação mais fixa na série “O Brilho de um Pulsar”, como comandante do Cruzador Espacial Hoshi, e tendo como ajudantes, Tenente Xabéu e Alferes Zé Luís. Na edição 6 quando Cebola não o reconhece, Cascão diz que ele participa de um jogo chamado Super Mortal Fighter Plus Champion Edition. Depois de ter levado uma surra de um robô Pulsar (na edição 7), ele avisa sobre o Império Karoton. Na edição 8, ele e Franja descobrem o ponto fraco do inimigo. Durante a série, não é descrito como um jovem (como é visto em suas séries), mas como um homem agora na faixa dos 30 anos. Mônica o descreve como alguém que sempre vê as coisas pelo lado ruim, e que apesar de ser duro e frio, é uma boa pessoa. É mencionado pelo Cosmoguerreiro na edição 12, dando a entender que eles se conhecem.

Mingau

Mingau

Mingau

“Casou-se” com a gata de Quinzinho, a Aveia, e encheu a casa de gatinhos, para desespero do pai de Magali que é alérgico a pêlos de gatos. Aparece nas edições 1, 2, 13 (como Ming-Au), 19 e 22. Aparece na Capa e na Contra-Capa de dentro da edição 25 em forma gibi.

Bidu

Bidu

Bidu

Aparece como um figurante na 4ª edição, velhinho. Franja inventou uma Super-Ração que o fez ter força de um filhote. Aparece na contra capa da edição 13 e em um cartaz de filmes do cinema da edição 20. Aparece também na ediçao 21 e 22. Aparece na Capa e na Contra-Capa de dentro da edição 25 em forma chibi.

Boris

Boris

Bóris

Gato preto de estimação da Bruxa Viviane. Ele consegue falar e é comparsa dos planos maléficos de Viviane, mesmo os debochando. Aparece na edição 26, 27 e 28.

 

 

 

 

 

Os Avatares

Os Avatares

Os Avatares

Os avatares tem seus nomes tirados de deuses. Eles são os guardiões dos Artefatos Místicos (Cubo Fantástico, Jóia Genial, Disco de Saturno e Cilindro de Netuno) utilizados pelos Heróis do Imperador para derrotar Yuka. Também são os encarregados de manter os espíritos dos Heróis do Imperador vivos. São eles, na respectiva ordem: Bóreas, Zephyrus, Eurus e Notus.

Bóreas: Levou a Turma à Mavidele e os aconselhou começar a busca pelo Cubo Fantástico na Estalagem Unicórnio Gêmeo Saltitante. Tem um espírito jovem e disposto sempre a ajudar.

Zephyrus: Levou a Turma à Tobor e disse a combinação para ativar a Jóia Genial. É um bom amigo e companheiro dos heróis, apesar de não tolerar piadas e trocadilhos com seu nome, uma vez em que repreende Cascão por chamá-lo por Zé.

Eurus: Levou a Turma à Tchalu. É o mais brincalhão e bem humorado dos avatares, sendo que diz que o cheiro de Cascão seria um bom golpe para desfocar seus adversários e vencer o torneio de lutas de Tchalu.


Turma da Mônica Baby

Turma da Mônica Baby

Turma da Monica Baby é a versão bebê da Turma da Mônica, que foi criada por Mauricio de Sousa e surgiu no início do ano de 1990. A Turma da Mônica Baby, que também é chamada de Turminha Baby aparece com freqüência nos pacotes de fraldas descartáveis, em babadores, em brinquedos e outras coisas direcionadas para o público da primeira infância de 0 a 3 anos. Apareceram no filme Uma Aventura no Tempo da Turma da Mônica e a Mônica Baby ficou com o elemento Terra.

Mônica Baby

Mônica Baby

Mônica Baby – tem as mesmas características da Mônica quando um pouco maior: é extremamente forte, briguenta e impaciente e, como a original, sempre anda com o seu brinquedo inseparável: seu coelho de pelúcia Sansão. Além de ainda usar fralda, usa macacão rosa com laço da mesma cor. É dentuça, gorda e baixinha;
Cebolinha Baby – é irrequieto como o personagem original. Cebolinha é levado e ganha coelhada da Mônica Baby. Ele usa um macacão verde;
Cascão Baby – sempre sujo e odeia tomar banho, assim como o Cascão, além de aparecer de macacão azul.
Magali Baby – adora comer muito, assim como a própria Magali, e usa um macacão e lacinhos amarelos.
Mingau Baby – é a versão filhote do gatinho da Magali.
Bidu Baby – é a versão filhote da primeira criação de Mauricio de Sousa, o Bidu.
Anjinho Baby – assim como o personagem original, o Anjinho adora voar pelo céu e cuidar das estrelinhas. Usa um macacão roxo.


Turma da Mônica: as coleções que marcaram época

Já se passaram 40 anos desde que o primeiro gibi da Turma da Mônica chegou às bancas.
De lá para cá, os personagens de Mauricio de Sousa não apenas aumentaram a família e evoluíram no visual, mas conquistaram uma imensa legião de fãs no Brasil e em outros países, estrelando revistas em quadrinhos, tiras de jornal, desenhos animados e milhares de produtos licenciados.
Nessa lista também não faltaram artigos colecionáveis que ajudaram Mônica e seus amigos do Bairro do Limoeiro a se tornar as criações de maior sucesso da centenária história dos quadrinhos brasileiros e a perpetuar esse título pelo futuro distante.
Conheça alguns desses itens que marcaram – e continuam marcando – época para antigos e novos colecionadores.

 

Boneco de Vinil da Mônica - 1970

Boneco de Vinil da Mônica - 1970

Bonecos de vinil

A primeira coleção de bonecos da Turma da Mônica chegou às lojas em 1970, pela Trol.
Medindo 40 cm de altura, Mônica, Cebolinha, Papa-Capim e outros personagens vieram com as formas pontiagudas características de suas versões antigas.
Esse detalhe é hoje um dos quesitos que definem a raridade desses bonecos de vinil, procurados por colecionadores para guardar ou comercializar em sites de leilão.

Edições especiais de tiras

Edições especiais de tiras

O que não falta na história da Turma da Mônica é coletânea especial de tiras.
Mas a primeira delas tem um gostinho especial por ter aberto as portas e, graças ao ano de lançamento (1974), ser hoje um item cobiçado entre colecionadores.
A coleção, em formato talão de cheque e lançada pela Editora Abril, teve 11 volumes, publicados até 1978, apresentando uma seleção de tiras agora consideradas clássicas.

Minigibis

Muito antes de acompanhar nas bancas a série mensal Gibizinho da Mônica, lançada pela Editora Globo no início dos anos 1990, os fãs da menina dentuça já haviam tido contato com as primeiras revistas em quadrinhos em miniatura da personagem.
Em dezembro de 1984, minúsculos (menos de dez centímetros) gibis da Turminha eram oferecidos de brinde nos iogurtes da Danone.
A promoção trazia seis edições de 16 páginas cada uma, estreladas por Mônica, Cebolinha, Cascão, Chico Bento, Horácio e Bidu.

Os minigibis voltaram em 1993, para uma promoção especial da Rayovac: comprando quatro pilhas da marca, vinha de brinde um gibizinho. Dessa vez, tinha também o da Magali.
E mais: em 1998, duas edições de Almanaque do Gibizinho – Mônica foram distribuídas numa ação promocional do Band-Aid, da Johnson & Johnson.

Danbreaks - Mônica

Danbreaks - Mônica

Danbreaks

Tão inusitada quanto atraente para o público infanto-juvenil de 1985, esta coleção de guarda-cadarços distribuída de brinde nos iogurtes da Danone virou a onda daquele momento.
Batizados de danbreaks (mistura de Danone com break, dança de rua que então fazia sucesso), os badulaques eram caixinhas de acrílico em formato retangular, com cinco centímetros de comprimento por dois de espessura e mais dois de altura, divididas em duas partes que se encaixavam.
Na parte de cima podia ser colado um dos vários adesivos das cartelas que acompanhavam o brinde, com ilustrações diversas da Turma da Mônica em cenas e visuais esportivos.
Era só fazer o seguinte: depois de amarrados os cadarços dos tênis, o que ficava pendurado era colocado dentro das caixinhas e presas na parte superior do calçado, para não deixar nada desamarrar e ainda fazer a galera ficar com um “visu descolado” (mesmo que naqueles tempos essa expressão ainda não existisse).

Turma da Mônica - Coleção Coca-Cola

Turma da Mônica - Coleção Coca-Cola

Uma parceria entre a Coca-Cola e a Editora Globo, em 1990, resultou na coleção de cinco gibis especiais (Mônica, Magali, Chico Bento, Cebolinha e Cascão) guardados em uma caixa exclusiva.
Cada revista, em formatinho, tinha 32 páginas coloridas e o mesmo padrão visual na capa, mudando apenas o personagem da vez.
Para ganhar, era só trocar 15 tampinhas de refrigerante ou selos dos produtos participantes da promoção por um gibi ou pela caixa colecionadora.

Selos Turma da Mônica

Selos Turma da Mônica

Selos

Desde os anos 1980, a Turma da Mônica vem estrelando diversas séries de selos postais brasileiros.
Celebrando os Jogos Olímpicos, divulgando a ecologia e participando de muitas outras formas, os personagens de Mauricio de Sousa já fazem parte da história da filatelia nacional.
Foi em 1993, no entanto, que eles protagonizaram uma série que os marcou definitivamente e ganhou destaque na mídia: a homenagem aos 150 anos do Olho de Boi, primeiro selo lançado no Brasil.
Belos e valiosos, em todos os sentidos, os selos figuram na lista dos itens mais raros da memorabilia da garotada do Bairro do Limoeiro.

Gibizão, Manual e Album de Figurinhas

Gibizão, Manual e Album de Figurinhas

Gibizão

Formato gigante, capa e miolo em papel especial e mais de 40 páginas coloridas.
Assim era o gibizão, lançado em 1996 pela Editora Globo e que seguiu até 2001 satirizando filmes, obras clássicas literárias e outros temas, como os super-heróis.
A coleção teve apenas nove edições trimestrais, apresentando histórias antigas e inéditas: Batmenino Eternamente, Horacic Park, Os Doze Trabalhos da Mônica, Romeu e Julieta, Comandante Gancho, Mônica e os Bárbaros, Superparque, Coelhada nas Estrelas e A volta ao mundo em 80 garfadas.

Manuais

Informações úteis, receitas culinárias, jogos, passatempos, poesias, contos ilustrados, truques de mágica e muito mais assuntos compunham o conteúdo dos manuais da Turma da Mônica, que a Globo lançou em 2001.
Manual de Aventuras do Cebolinha, Manual do Espaço do Astronauta, Manual do Cientista do Franjinha e vários outros livros em capa dura, que incluíam ainda os estrelados por Mônica, Magali, Papa-Capim, Chico Bento, Bidu e Cascão, tinham 240 páginas e foram reeditados outras vezes ao longo dos últimos anos.

Álbum de Figurinhas

Dentre todos os vários e inesquecíveis álbuns de figurinhas da Turma da Mônica, existe um que merece destaque especial: A volta do Capitão Feio, lançado em 2006, pela Globo.
Trata-se de uma revista em quadrinhos na forma de álbum de cromos.
Bastava completá-lo para ler a HQ na qual todas as galerias de personagens de Mauricio de Sousa se uniam num grande crossover para livrar o Cascão das garras do Capitão Feio – que, na verdade, se revelou como o sendo o Louco disfarçado (mas o colecionador teria que encontrar no envelope a figurinha certa para saber disso).

Além da criatividade, a publicação divertia não só pelo prazer de colecionar ou pela curiosidade para ver cada detalhe faltante da história. Afinal, a HQ também era engraçada e repleta de ação, com muitos toques de ficção científica, mistério e aventura frenética no estilo “temos que nos apressar antes que seja tarde demais”.
Sem contar as citações visuais aos gibis de super-heróis, como o painel de meia página que emula o discurso do Monitor para os supertipos da DC Comics, na maxissérie Crise nas Infinitas Terras.
Também vale registrar os álbuns A Turma da Mônica (1979) – lançado para comemorar os 20 anos de criação da Turminha, mostrava personagens que havia tempo não apareciam nos gibis e trazia um encarte com dois enormes cenários para aplicação de cromos especiais em transfer – e Como Diz o Ditado (1981), com mais de 250 figurinhas apresentando cenas divertidas que interpretavam ditados populares. Ambos foram lançados pela Abril.

Tiras Clássicas, Coleção Histórica e Coleção Alegria de Ler

Tiras Clássicas, Coleção Histórica e Coleção Alegria de Ler

As Tiras Clássicas da Turma da Mônica

Todas as tiras da Turma da Mônica publicadas em ordem cronológica e numa coleção de luxo? O sonho de qualquer “monicamaníaco” de plantão foi realizado.
Lançada pela Panini em 2007 e ainda em andamento, a série tem outros méritos, alem do resgate histórico de uma época e a chance de ver os primeiros traços gráficos e personalidades dos principais personagens da Turminha: trazer de volta criações de Mauricio de Sousa que são desconhecidas pelas novas gerações e não eram publicadas havia décadas.

Coleção Histórica Turma da Mônica

Também lançada pela Panini, em 2007, esta coleção que republica os gibis Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e Chico Bento, desde a primeira edição de cada um deles – lançados originalmente pelas editoras Abril e Globo nas décadas de 1970, 1980 e 1990 -, parecia uma realização tão impossível que muitos fãs juram jamais ter sequer sonhado com isso.
As revistas, cujas HQs reproduzem a grafia de cada época em que foram lançadas, vêm com textos informativos que explicam detalhes da história, situam o leitor no tempo da publicação original, mostram páginas publicitárias antigas e revelam muitas curiosidades.
É uma volta ao passado que não tem preço para os fãs veteranos e uma oportunidade de os novos leitores verem tanto material de excelente qualidade que só os mais velhos podiam alegar o privilégio de ter acompanhado.
Guardada em caixinhas especiais, a coleção vai precisar de muito espaço reservado na estante para as edições que continuam chegando em levas bimestrais.

Coleção Alegria de Ler

Publicada pela Melhoramentos, em 2009.
São doze livros de 24 páginas cada um, com formato quadrado e histórias ilustradas protagonizadas por vários personagens: Chico Bento – Caçando Rã, Mônica – Um Amor de Ratinho, Magali – Magalancia, Horácio – Mamãe Canguru, Cascão – O Porcão, Cebolinha – O Papãozinho, Anjinho – A Auréola, Jotalhão – Um Elefante nunca se esquece do quê?, Papa-Capim – O Menino do Espelho, Astronauta – O Bichinho Comilão, Penadinho – Um Amigo do outro Mundo e Bidu – O Filhote do Bidu.
Adaptados de HQs publicadas nos gibis da Turminha, os livros são ideais para estimular o hábito da leitura nas crianças e também se tornam diversão para os pais que gostam de ler histórias para os filhos antes de dormir.

MSP 50

MSP 50

MSP 50

Uma ideia ousada: reunir 50 artistas gráficos em um livro para homenagear Mauricio de Sousa, que estava completando cinco décadas de carreira.
O resultado: MSP 50 – Mauricio de Sousa por 50 artistas, uma edição de luxo em capa dura com HQs especiais e pin-ups da Turma da Mônica no traço de desenhistas donos dos mais diferentes estilos, em aventuras que passeavam do humor ao singelo, passando pelo drama e o surrealismo, com temáticas infantis e adultas.
Angeli, Ziraldo, Laerte, Fábio Moon, Gabriel Bá, Antonio Cedraz e Ivan Reis, somente para citar alguns dos nomes mais famosos dos quadrinhos brasileiros, se juntaram a cartunistas das novas gerações para compor as 192 páginas do álbum.
O sucesso imediato da obra (antes e depois do lançamento) – além da grande oferta de artistas e a demanda crescente dos leitores – foi tamanho que, em 2010, a Panini lançou uma continuação, o MSP + 50.
Novamente, mais novatos e veteranos do traço se reuniram para produzir outras histórias em quadrinhos especiais com Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Chico Bento, Tina, Astronauta e mais personagens de Mauricio de Sousa em versões jamais vistas ou imaginadas pelos fãs da Turminha.
Outra vez, mais sucesso de púbico e crítica. E uma nova edição da série agendou a chegada para 2011: MSP Novos 50, que e encerra a coleção.
Como se vê, pelas amostras acima (seria impossível catalogar tudo), a Turma da Mônica é uma campeã em coleções que, com o perdão do trocadilho, não estão no gibi!

Produtos que tiveram grande destaque da Turma da Mônica

Produtos que tiveram grande destaque da Turma da Mônica

Na semana que vem tem mais! Veja as outras matérias:

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

12 Comentários Turma da Mônica 50 anos: Parte 5

    1. VITORIA

      Nunca mais fale isso Amanda eles são muito mais enteresantes,espertos e mais BONITOS que você. BEIJINHO NO OMBRO!!!!!!!! (em nome da turminha)

      Reply
  1. luana

    oi turma eu amo muito vcs que deus abencoi todos vcs e todo os gibis que o mairisil de souza escreva os gibis e mande umonte autografado para min assinado:luana e laura eu teno 9 e a laura tem 2 anos

    Reply
  2. joao

    como vai turma da monica eu sou o seu maior fa e eu quero falar que eu tenho mais de 100 revistinhasda da turma da monica jovem e baby: sou joao tenho 10 anos e amo voces

    Reply

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *